Cidade Inteligente
Plataforma integradora de cidade inteligente: IoT, dashboards multi-secretaria, dados abertos e BI público para gestão baseada em evidências.
O que sua gestão enfrenta hoje.
Dados de secretarias em silos
Saúde, educação, obras, mobilidade e fazenda operam sistemas isolados, dificultando uma visão integrada da cidade pelo gestor.
Sensores urbanos sem aproveitamento estratégico
Dispositivos de iluminação, tráfego e meio ambiente coletam dados que raramente alimentam decisões e políticas públicas.
Painéis públicos pouco compreensíveis
Portais de transparência apresentam dados brutos, sem contexto, dificultando o acompanhamento por cidadãos e controle social.
Dados abertos publicados de forma esporádica
Conjuntos de dados são gerados manualmente, com baixa frequência de atualização e padrões inconsistentes entre secretarias.
Decisões estratégicas baseadas em planilhas isoladas
Reuniões de gestão dependem de extrações manuais, com risco de divergência entre setores e perda de tempo em consolidações.
Funcionalidades pensadas para o setor público.
Camada de integração entre módulos
Hub que conecta os módulos da Invert e sistemas legados do município, consolidando dados em um modelo comum e governado.
Conectividade IoT
Recebimento de dados de sensores de iluminação, tráfego, qualidade do ar, nível de rios e medidores em padrões abertos.
Dashboards multi-secretaria
Painéis configuráveis por secretaria e por gestor, com indicadores cruzados entre saúde, educação, mobilidade e meio ambiente.
Catálogo de dados abertos
Publicação automática de conjuntos de dados em formatos padronizados, com metadados, frequência de atualização e licenças claras.
BI público para a gestão
Análises exploratórias, séries históricas e comparações entre regiões para apoiar decisões finalísticas e orçamentárias.
Portal do cidadão integrado
Visão unificada de serviços, indicadores e ocorrências, conectando ouvidoria, mobilidade, obras e demais módulos da plataforma.
Governança e segurança dos dados
Controle de acesso por perfil, trilhas de auditoria, anonimização quando necessário e aderência à LGPD em fluxos de dados pessoais.
Da implantação à operação contínua.
Diagnóstico e arquitetura
Mapeamento de fontes de dados, sistemas legados, sensores existentes e definição da arquitetura de integração e segurança.
Conexão e padronização
Integração progressiva com módulos da Invert, sistemas do município e dispositivos IoT, com normalização do modelo de dados.
Painéis, dados abertos e BI
Publicação de dashboards por secretaria, abertura de conjuntos de dados e disponibilização de análises para a alta gestão.
Evolução contínua
Inclusão de novas fontes, indicadores e usos, com governança de dados, revisão de painéis e ampliação dos serviços ao cidadão.
Impacto direto na gestão e na sociedade.
Visão única da cidade para o gestor
Prefeito e secretários acompanham indicadores integrados, com base coerente entre áreas finalísticas e órgãos de apoio.
Transparência ativa qualificada
Cidadão acessa painéis claros e dados abertos atualizados, fortalecendo o controle social e a confiança institucional.
Aproveitamento real dos sensores urbanos
Dados de IoT passam a alimentar decisões sobre iluminação, mobilidade, meio ambiente e segurança em vez de ficarem ociosos.
Políticas públicas baseadas em evidências
Séries históricas e cruzamentos entre áreas apoiam priorização de investimentos e avaliação de programas em curso.
Conformidade e segurança da informação
Governança centralizada de dados reduz riscos relacionados à LGPD e melhora a auditoria de acessos e fluxos sensíveis.
Convergência entre módulos da Invert
Mobilidade, obras, defesa civil, patrimônio e demais módulos conversam pela mesma camada, evitando duplicidade e retrabalho.
O que gestores costumam perguntar.
- Cidade inteligente exige trocar todos os sistemas atuais?
- Não. A plataforma integra sistemas legados e módulos da Invert, ampliando o uso dos dados sem exigir substituição imediata do parque atual.
- Quais sensores podem ser conectados?
- Sensores de iluminação, tráfego, qualidade do ar, nível de rios, medidores e câmeras compatíveis com padrões abertos de IoT.
- Como ficam os dados pessoais do cidadão?
- Os fluxos seguem a LGPD, com controle de acesso, anonimização quando aplicável e registro de finalidade para tratamento dos dados.
- É possível começar por uma secretaria apenas?
- Sim. A implantação é progressiva, normalmente iniciando por uma área prioritária e ampliando para outras secretarias e fontes de dados.
- O módulo publica dados abertos automaticamente?
- Sim. O catálogo permite publicação em formatos padronizados, com metadados e frequência configurável por conjunto de dados disponibilizado.
Leve mais inteligência, controle e transparência para a gestão pública.
Conheça as soluções da Invert Tecnologia e descubra como transformar dados e processos em resultados concretos para o município.